Assunto: Pausa para lanche.
Pois é, minha querida, acredito que até as minhas histórias, não sei bem porquê com uns pós de pseudo-poesia à mistura, te cansem a ti também.
A verdade é que o fastio já não está só no tempo frio, não está na escrita, não está no que nos rodeia. Está também no tempo frio, está também no que escrevemos e está em quem nos rodeia.
O teu envelope, nesta minha mania de ver além das coisas, sem lupas de aumento e já com alguma dificuldade em ver letras miudinhas, trouxe-me à memória umas quantas considerações: nada que te interesse, mas que me deixam assim, a pairar sobre alguns factos que me entram pelos olhos dentro, por vezes. E que preciso de deglutir à minha moda.
Sabes, naquelas minhas topadas inexplicáveis com coisas, que lá deverão ter o seu significado escondido e que só depois lhes encontro o intuito, deparei com isto: “All we see and all we seem, is but a dream within a dream." de Edgar Allan Poe.
Muito interessante esta coisa de abrirmos um livro ao acaso e escolher dali uma frase ou ideia. Já me viste? Assim, tipo dama antiga, abanando-me em sintonia com a orquestra, em festa de salão, segurando os óculos redondinhos e a mandar bitaites? É como me sinto agora… Sentadinha, a observar o salão de dança. A pensar em sonhos dentro de sonhos. No que vemos e no que somos.
(Ah… sabias que há pessoas que pensam que estamos mesmo a pirar? Coisa mais estranha, menina! Haverá razão para preocupação imediata?)
Voltarei amanhã às histórias. Diversão que faz sentido, mesmo sem envelopes, por enquanto… Terás o teu, de volta, após este momento de devaneio. (por falar nisso; tu vai lá dar uma satisfação aos leitores do dito, filha, que andam desorientados).
Hoje, pausa para lanche ou vamos mais logo dançar uma valsa? Caso entres na dança, traz o leque. É chique.
Pois é, minha querida, acredito que até as minhas histórias, não sei bem porquê com uns pós de pseudo-poesia à mistura, te cansem a ti também.
A verdade é que o fastio já não está só no tempo frio, não está na escrita, não está no que nos rodeia. Está também no tempo frio, está também no que escrevemos e está em quem nos rodeia.
O teu envelope, nesta minha mania de ver além das coisas, sem lupas de aumento e já com alguma dificuldade em ver letras miudinhas, trouxe-me à memória umas quantas considerações: nada que te interesse, mas que me deixam assim, a pairar sobre alguns factos que me entram pelos olhos dentro, por vezes. E que preciso de deglutir à minha moda.
Sabes, naquelas minhas topadas inexplicáveis com coisas, que lá deverão ter o seu significado escondido e que só depois lhes encontro o intuito, deparei com isto: “All we see and all we seem, is but a dream within a dream." de Edgar Allan Poe.
Muito interessante esta coisa de abrirmos um livro ao acaso e escolher dali uma frase ou ideia. Já me viste? Assim, tipo dama antiga, abanando-me em sintonia com a orquestra, em festa de salão, segurando os óculos redondinhos e a mandar bitaites? É como me sinto agora… Sentadinha, a observar o salão de dança. A pensar em sonhos dentro de sonhos. No que vemos e no que somos.
(Ah… sabias que há pessoas que pensam que estamos mesmo a pirar? Coisa mais estranha, menina! Haverá razão para preocupação imediata?)
Voltarei amanhã às histórias. Diversão que faz sentido, mesmo sem envelopes, por enquanto… Terás o teu, de volta, após este momento de devaneio. (por falar nisso; tu vai lá dar uma satisfação aos leitores do dito, filha, que andam desorientados).
Hoje, pausa para lanche ou vamos mais logo dançar uma valsa? Caso entres na dança, traz o leque. É chique.

3 Comments:
At Sex Jan 13, 06:10:00 PM 2006,
MWoman said…
Ai o caraças!
Espera lá que depois levas resposta a esta pausa para lanche!
Estamos a ficar doidas? Não me digas, pá! Pronto, descobri agora porque não tenho dormido convenientemente...é que isso está-me mesmo a preocupar! Hehehehe
Depois volto, sim?
At Dom Jan 15, 08:31:00 PM 2006,
Vulcão said…
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
At Dom Jan 15, 08:34:00 PM 2006,
Vulcão said…
Olhe, rica, dama antiga que se preze tem uma chaise longue (ou lá o raio do caraças que se escreva esta coisa...) para descansar, enquanto o escravo abana com o abanico graaaaaande...
Não sei se tá a vere a coisa, mas pense nisso, que dá mais pitada à coisa... :D
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